
Que aventura estranha é o amor!
Desventuras vividas em série
em troca de um minuto, um olhar,
um lampejo, um brilho nos olhos.
Que aventura estranha é o amor!
Enfrentamos dragões e bestas ferozes.
Degladiamos nossas almas,
e ainda não é o bastante.
É necessário nos entregarmos por inteiro ao outro.
Que inconsequência imensa é o amor!
Não importa o quanto machuque.
Não importa o quanto corrôa.
Importa apenas que o outro esteja feliz.
Que inconsequência imensa é o amor!
Na busca pelo eterno prazer,
na busca pelo eterno ardor,
nos perdemos de algo importante: o amor próprio.
E é nessa perda que tudo se acaba.
É nessa perda que tudo se esvái.
Pois quando nos vermos sozinhos,
quando a recíproca deixar de ser verdadeira,
a quem amar?
Aliás,
quem foi mesmo que inventou o amor?
Desventuras vividas em série
em troca de um minuto, um olhar,
um lampejo, um brilho nos olhos.
Que aventura estranha é o amor!
Enfrentamos dragões e bestas ferozes.
Degladiamos nossas almas,
e ainda não é o bastante.
É necessário nos entregarmos por inteiro ao outro.
Que inconsequência imensa é o amor!
Não importa o quanto machuque.
Não importa o quanto corrôa.
Importa apenas que o outro esteja feliz.
Que inconsequência imensa é o amor!
Na busca pelo eterno prazer,
na busca pelo eterno ardor,
nos perdemos de algo importante: o amor próprio.
E é nessa perda que tudo se acaba.
É nessa perda que tudo se esvái.
Pois quando nos vermos sozinhos,
quando a recíproca deixar de ser verdadeira,
a quem amar?
Aliás,
quem foi mesmo que inventou o amor?

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